Recentemente a United Airlines e a a Continental Airlines anunciaram a fusão por meio de swap de ações, ou seja, a junção de patrimonio e fluxo de caixa sem prêmio. Esse modelo de fusão faz com estas duas tradicionais companhias aéreas tornem-se a maior companhia aérea do mundo em receita. A promessa das empresas é de uma melhora em seus serviços e aumento nos trechos e rotas atendidas. A marca United permanecerá no mercado, devido sua maior credibilidade e conhecimento do público estrangeiro. Dois grandes problemas estão sendo discutidos e podem causar certa preocupação sobre a fusão da United com a Continental: O 1º e mais obvio é quanto a força de trabalho, ou seja, quantos desses funcionários perderão seus empregos, já que em uma fusão é claramente necessária a demissão de pessoal devido a sobreposição de cargos e funções. O 2º é o que mais preocupa nós consumidores, pois com o nascimento de uma companhia tão grande e com uma fatia de mercado tão relevante (22% dos assentos apenas no mercado norte americano), certamente a concorrência diminuirá e os preços podem aumentar, ainda mais com as perdas que as companhis tiveram no biênio 2008/2009. Voltando para os âmbitos comunicaionais, em uma fusão como essa, como definir por exemplo, qual marca deve continuar operando e qual deve “deixar de existir”? Como proteger a marca destes problemas evidentes e assegurar a pressão dos sindicatos e da sociedade? Em situações como a descrita acima, o mais correto a fazer é fazer uma pesquisa de reputação com consumidores para que seja analisada qual marca é mais forte e com qual modelo de serviço o consumidor se identifica mais, isso garante uma continuidade saudável para o bem-estar da empresa, dos acionistas e dos consumidores.
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